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Mostrando postagens de novembro, 2024

O pacote da vergonha de Haddad

O pacote que pretendia uma redução dos gastos públicos do governo federal foi uma vergonha. Não diminui os gastos, dá uma vassourada populista dizendo que vai isentar quem ganha até R$ 5 mil do imposto de renda e só. Claro, com essa isenção, desagradou o mercado que puniu o governo com uma subida histórica do dólar. Convenhamos, não foi o dólar que subiu, foi o real que ficou desvalorizado. Não se ouviu falar em diminuição do número de ministérios, nem em privatizações de estatais ou venda de patrimônio público. O lançamento do plano de redução de gastos serviu apenas para provocar o mercado. De quebra, anunciou que vai aumentar o imposto para quem ganha mais de R$ 50 mil ao mês. 

Trechinho de livro. Sobre começar a poupar

A Fórmula Mágica, de Joel Greenblatt, tem o seguinte trecho, sobre poupança: Na verdade, só começar já é muita coisa. É preciso muita disciplina para poupar qualquer quantia de dinheiro. Afinal de contas, independentemente do montante que você ganhar ou receber dos outros, é simplesmente muito mais fácil e imediatamente gratificante encontrar algo com que vale a pena gastar. Trabalhe. Ganhe. Poupe. Invista.

Preço do petróleo pode estar em tendência de queda

Muito tem se falado sobre transição energética e um mundo sem tanta dependência do petróleo. Os carros elétricos são a ponta mais visível desse processo de descarbonização da energia usada hoje pela humanidade.  Há um fator, no entanto, que foge aos esforços de diferentes governos no sentido de substituir o petróleo: o preço do barril. Nos primeiros anos da década de 2010, o petróleo estava na casa dos US$ 112,00. Era uma festa para quem vendia e um suplício para quem precisava encher o tanque. Atualmente, neste finzinho de 2024, o petróleo está na casa dos US$ 74,00 e poderá cair ainda mais. A chave é a China, que está desacelerando sua economia e diminuindo a demanda por petróleo e seus derivados. 

Bitcoin subindo. Não se fala de outra coisa

As criptomoedas estão subindo, praticamente todas as dez mais importantes e capitalizadas estão registrando altas históricas nos últimos 60 dias. As criptomoedas mais importantes e que têm repercussão no mercado são aquelas com maior valor de mercado. A maior, mais importante, mais famosa e mais falada é o bitcoin, que já passou - hoje, 22 de novembro de 2024 - dos R$ 574 mil. Um bitcoin vale mais que meio milhão de reais. Pode subir mais? Vai cair logo? Criptomoedas fazem parte de uma bolha? Quem disser que sabe responder com precisão a cada uma destas três perguntas não está falando a verdade. Já era difícil cravar a cotação do dólar ou do euro. Imagine agora, tentar decifrar a curva para cima ou para baixo do bitcoin. Na dúvida, procure se informar mais sobre criptomoedas. Pode ser que elas, realmente, seja o dinheiro do futuro.

Para não esquecer: China já prometeu mundos e fundos para o Brasil e não cumpriu

  Os chineses já anunciaram para o Brasil um super fundo de infraestrutura, de mais de 20 bilhões de dólares. Isso lá em 2015. Também já prometeram uma ferrovia para ligar o Atlântico ao Pacífico. A tal ferrovia bioceânica também nunca saiu do papel. Uma fábrica de componentes para celulares e tablets, que seria a maior do hemisfério ocidental, empregando mais de 100 mil brasileiros, também ficou só na promessa. Além dessas três promessas não cumpridas, os chineses também haviam sinalizado para a ex-presidente Dilma Rousseff que poderiam participar do financiamento de um provável trem-bala ligando Rio de Janeiro e São Paulo. Apenas palavras. 

Cemig estatal ainda por muito tempo

 A estatal de energia elétrica de Minas Gerais, a Cemig, registrou no início desta semana uma queda de mais de 4% em suas ações na Bolsa B3. As notícias de que a privatização da companhia está cada vez mais longe no horizonte derrubaram as cotações das ações. Para privatizar a Cemig o governo do estado de Minas Gerais não precisa de apenas uma aprovação no seu parlamento estadual. Os mineiros têm na sua constituição a necessidade de uma consulta popular para a aprovação da desestatização. Pelo jeito, por muitos anos ainda a Cemig continuará sendo estatal.

Reflexão sobre os novos tempos do mundo do trabalho

 Uma reflexão sobre a discussão proposta pela esquerda brasileira a respeito da escala de trabalho. Um trecho do texto publicado na revista The Atlantic, o jornalista Derek Thompson descreveu o fenômeno assim: Se o equipamento operacional do século XXI é um dispositivo portátil, isso significa que o espaço de trabalho não é mais a fábrica. É o dia em si. A tecnologia levou as ferramentas de produtividade para além do escritório. Graças aos laptops e aos smartphones, que são dispositivos portáteis de criação de mídia de todo tipo, a maioria dos indivíduos que exercem atividades intelectuais pode, em tese, produzir da mesma forma às duas horas da tarde no escritório principal, às duas horas da manhã em um espaço de coworking no Japão ou à meia-noite no sofá de casa. O trecho acima está no livro A Psicologia Financeira, de Morgan Housel.

Argentina com inflação mais baixa em quase três anos

O governo de Javier Milei - descabelado presidente argentino - está comemorando a divulgação dos dados da inflação de outubro no país vizinho. O indicador ficou em 2,7%, o mais baixo em quase três anos. Milei assumiu a presidência argentina em dezembro do ano passado, quando a inflação estava em 25,5%. Desde o início de 2024, a inflação dos hermanos vem caindo quase que mês a mês, com exceção de junho e agosto.   

Bitcoin passa do meio milhão

 O Bitcoin atingiu sua série recorde de preço no últimos dias. Está sendo cotado a US$ 90 mil, o que dá mais de MEIO MILHÃO de reais. A vitória do presidente Donald Trump nos Estados Unidos, no início de novembro, tem dado um empurrão para cima na cotação da criptomoeda. Não é apenas o Bitcoin que está subindo nos últimos dias. Ethereum, Solana, Link, entre outras, também estão subindo como foguetes. 

JHSF lança nova série de debêntures

 A JHSF (JHSF3) concluiu a captação da 15ª emissão de debêntures simples, que serão utilizadas para lastrear a Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), no montante de R$ 600 milhões. Segundo nota, a crescente participação do Mercado de Capitais, juntamente com emissões privadas, na composição da estrutura de capital da JHSF faz parte da estratégia de composição de dívidas, captando recursos de longo prazo para financiar os investimentos da companhia. “A emissão contribui positivamente para o alongamento da estrutura de dívida da companhia, bem como para a redução do seu custo de capital”, diz a empresa. (Infomoney )